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Seminário:
Fogo Bacteriano
29 março 2012 : Instituto Politécnico de Viseu
O Seminário tem como objectivo principal divulgar e debater, com os fruticultores, viveiristas e técnicos, informação relevante sobre a Erwinia amylovora (Burril) Winslow et al., agente causal do fogo bacteriano.
É importante alertar todos os agentes da fileira para a sintomatologia da doença, que quando for verificada, deve ser comunicada às respectivas DRAPs, para que os inspetores fitossanitários possam actuar de forma a impedir que a doença se alastre.
Neste seminário abordaremos diversas temáticas, nomeadamente a sintomatologia, legislação em vigor, estado atual a nível nacional e os métodos de amostragem e diagnóstico.
Será apresentada a estratégia de atuação aplicada na região oeste, criada a partir da necessidade de agir de forma estruturada, englobando todos os agentes da fileira.
Finalizando com a importância da aplicação das metodo-logias de previsão e avaliação do risco de infeção, visando o correto posicionamento das soluções de controle que irão ser apresentadas pelas empresas presentes.
O fogo bacteriano afecta essencialmente espécies fruteiras e ornamentais da família Rosaceae, como pereiras (Pyrus spp.), macieiras (Malus spp.), marmeleiros (Cydonia spp.), nespereiras (Eriobothrya japonica), Rubus spp., mostajeiro (Sorbus spp.), ameixeiras japonesas (Prunus salicina), Amelanchier spp., Chaenomeles spp., Cotoneaster spp., pilriteiros (Crataegus spp.), sorveira (Mespilus germânica), Photinia spp., piracantas (Pyracantha spp.) e roseira (Rosa rugosa), entre outros.
Trata-se de uma bactéria de quarentena incluída no anexo II A2 do Dec-Lei n.º 154/2005 de 6 de setembro e na sua republicação no Dec-Lei n.º 243/2009 de 17 de setembro, que definem as medidas de proteção fitossanitária.
Recentemente, foi também publicada a portaria 287/2011, de 31 de Outubro, e o Manual de Boas Práticas para o Controlo do Fogo Bacteriano, que estabelecem as medidas adicionais de proteção fitossanitária destinadas ao controlo em Portugal da Erwinia amylovora, com vista à sua erradicação e, quando esta não for possível, à sua contenção.
Uma das vias de disseminação da bactéria a longa distância é através do material vegetal. Assim os produtores e fornecedores de materiais de fruteiras e ornamentais, têm de cumprir determinados requisitos estabelecidos em lei, devendo ter uma vigilância mais cuidada sobre os materiais vegetais que produzem e comercializam.
Face à gravidade da doença e à forma esporádica e devastadora do seu ataque, é imperiosa uma Estratégia Integrada de Controlo, onde os fruticultores, viveiristas, associações e serviços oficiais, devem utilizar todas as ferramentas ao seu alcance para minimizar os seus danos.
PROGRAMA
| 08:30 | Receção de participantes |
| 09:00 | Sessão de abertura |
| Moderador: José Santos - DRAPCentro | |
| 09:30 | Erwinia amylovora e sintomatologia. Rui de Sousa INRB,IP |
| 10:00 | Legislação em vigor aplicada ao sector viveirista. Claudia Sá- DGADR |
| 10:20 | Legislação em vigor aplicada à produção. Clara Serra - DGADR |
| 10:40 | Coffee break |
| 11:00 | Situação atual da doença no território nacional. Paula Carvalho - DGADR |
| 11:30 | O Contributo da Amostragem e do Diagnóstico no Controlo do fogo bacteriano das Rosáceas. Leonor Cruz - INRB,IP |
| 12:00 | Debate |
| 12:30 | Almoço |
| Moderador: Paula Carvalho - DGADR | |
| 14:00 | Estratégia de atuação Regional para o controlo do fogo bacteriano. Maria do Carmo Martins COTHN |
| 14:30 | Contributo para a determinação do risco de infeção de fogo bacteriano. Vanda Batista - DRAPCentro |
| 15:00 | Aliette Flash, um aliado na luta contra o fogo bacteriano. Avelino Balsinhas - Bayer CropScience Portugal |
| 15:30 | Coffee break |
| 16:00 | Fogo bacteriano uma ameaça presente. Soluções Selectis. Josué Clemente - Selectis |
| 16:30 | Soluções Serenade/Regalis; solução integrada no combate ao fogo bacteriano. José Saramago BASF |
| 17:00 | Soluções Sapec Agro para o combate ao fogo bacteriano. Teresa Pereira - Sapec Agro |
| 17:30 | Debate e encerramento |
Inscreva-se o mais rápido possível junto da Organização:
DIVISÃO DA PROTEÇÃO E QUALIDADE DA PRODUÇÃO ou ESTAÇÃO DE AVISOS DO DÃO
Quinta do Fontelo 3504-504 Viseu
Tel.: 232 467 220 (Fernanda Rodrigues) Fax: 232 467 225
E-mail: dpqp@drapc.min-agricultura.pt
E-mail: drapcfogobacteriano@gmail.com
DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO
22 de Março de 2012
Sendo limitado o número de lugares, a aceitação da inscrição está condicionada à sua receção, impreterivelmente, até à data acima mencionada, sendo as inscrições aceites por ordem de chegada.
Haverá entrega de certificados, SE SOLICITADO.































